COVID-19 – Panorama Global

Columbia Trading • 9 de abril de 2020

Américas


À medida em que o número de casos de COVID-19 aumenta na região das Américas, muitos países anunciaram muitas restrições de viagens e outras emergências, incluindo fechamentos parciais ou completos das fronteiras.


Os controles de fronteira aumentam o tempo de espera na travessia da maioria dos países e acreditamos que essa situação persistirá nas próximas semanas.


Ásia-Pacífico


 O governo de Bangladesh declarou feriado geral de 26 de março a 17 de abril de 2020, para impedir a propagação do COVID-19. 


A provincia de Wuhan foi reaberta. No entanto, os recursos de transporte rodoviário seguem muito limitados e a locomoção entre cidades exige solicitações de permissão.


A Índia anunciou um bloqueio total por 21 dias, em 25 de março de 2020. Isso afeta todas as remessas de entrada e saída de / para a Índia.


Devido às restrições da força de trabalho, há um impacto significativo nas operações do aeroporto, incluindo um alto número de cancelamentos de cargueiros.


Não são permitidas remessas de frete aéreo, exceto cargas de mercadorias e bens essenciais relacionados a serviços essenciais.


Para esses embarques, o green light é obrigatório pelo escritório de destino, a fim de facilitar o transporte da carga.


Os embarques marítimos continuam sendo executados para as importações na Índia, desde que o remetente e o consignatário tenham concordado com o transporte.


Já a execução de exportação marítima da Índia não é viável, devido à situação de bloqueio. (Nota: os bens essenciais englobam alimentos, remédios, petróleo e derivados, enquanto os serviços específicos incluem segurança, medicina, bancos / finanças, TI, telecomunicações).


A Malásia estendeu o bloqueio e o fechamento da fronteira aérea aos visitantes até 14 de abril de 2020. A proibição de viagens leva ao cancelamento de voos de passageiros e são esperadas limitações no transporte de carga.


Os movimentos de carga rodoviária entre fronteiras de / para ou através da Malásia (em trânsito) estão operando apenas para fins comerciais.


Em Manila, nas Filipinas, os aeroportos internacionais de Cebu e Clark permanecem operando. No entanto, são esperados voos e capacidade reduzidos, já que a maioria das transportadoras anunciou cancelamentos de voos internacionais.


O governo de Cingapura anunciou as medidas aprimoradas para combater o surto de COVID-19. De 7 de abril a 6 de maio de 2020, todas as instalações, exceto as utilizadas para serviços essenciais, permanecerão fechadas. Para o tráfego aéreo, os voos estão sendo cancelados e são esperados tempos de trânsito mais longos.



Europa


 À medida em que o número de casos de COVID-19 aumentou em toda a Europa, todos os países anunciaram muitas restrições de viagens e outras emergências, incluindo fechamentos parciais ou completos de fronteiras. Muitas cidades também estão fechadas para viagens domésticas. Os voos de passageiros foram cancelados na maioria dos países.


Atualmente, essas restrições não afetam os movimentos nacionais e internacionais de mercadorias e são oferecidos serviços de coleta e entrega, mas alguns destinos funcionam apenas de forma ad hoc.


Os controles de fronteira aumentam o tempo de espera das fronteiras na maioria dos países.


Oriente Médio e África


Um número crescente de casos de COVID-19 foi relatado em muitos países da África e do Golfo.


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram um bloqueio de duas semanas, a partir de 4 de abril de 2020, incluindo toque de recolher de 24 horas, imposto em Dubai. Somente indústrias essenciais, como logística, petróleo e energia, supermercados e farmácias podem operar.


A África do Sul anunciou um bloqueio de 21 dias, que começou em 26 de março de 2020, e os governos de Catar, Kuwait, Líbano, África do Sul e Quênia impuseram restrições abrangentes de viagens, com a expectativa da adesão de mais governos nos próximos dias.


As companhias aéreas de toda a região são forçadas a redirecionar e a cancelar voos regulares de passageiros, afetando a capacidade na região e para Europa, EUA e Ásia.


 As interrupções contínuas dos voos e as restrições de viagem na rota transatlântica e na Europa estão reduzindo a capacidade disponível para o comércio EUA-MEA-EUA

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6 de julho de 2026
Mesmo quando a operação é bem estruturada, importar ou exportar exige capital imobilizado em prazos mais longos, expõe a empresa à variação cambial e aumenta a complexidade da gestão de fluxo de caixa. Compras antecipadas, prazos de produção e transporte, tributos e despesas logísticas acabam pressionando a liquidez, especialmente em empresas que estão em fase de crescimento. Nesse contexto, crédito e financiamento para comércio exterior não devem ser vistos apenas como “dinheiro emprestado”, mas como instrumentos de inteligência financeira. Quando utilizados de forma estratégica, eles ajudam a empresa a equilibrar caixa, aproveitar oportunidades e ganhar competitividade no mercado internacional. Do crédito pontual à estratégia financeira em comércio exterior Muitas empresas ainda recorrem ao crédito apenas quando surge uma urgência: uma negociação importante com prazo curto, um lote maior do que o previsto ou uma despesa extraordinária na importação. O problema é que essa postura reativa costuma encarecer o custo do capital e reduzir o poder de negociação com bancos e fornecedores. Uma visão de alta performance em comércio exterior, por outro lado, integra o planejamento financeiro às decisões de compra, produção e venda no mercado internacional. Isso significa analisar, com antecedência, o calendário de operações, a necessidade de capital de giro, o ciclo financeiro da empresa e as melhores modalidades de crédito para cada tipo de operação. Principais desafios financeiros de empresas importadoras e exportadoras no Brasil No dia a dia, é comum que diretoria e área financeira enfrentem alguns desafios recorrentes quando o assunto é comércio exterior: Prazos longos entre o pagamento ao fornecedor e a entrada de receita das vendas. Oscilações cambiais que impactam diretamente o custo dos produtos e a margem. Dificuldade em conciliar investimentos em estoque importado com outras demandas de caixa da empresa. Limites de crédito que não acompanham o crescimento do volume de operações. Sem uma estratégia clara de crédito e financiamento, esses fatores podem comprometer a capacidade de atender novos pedidos, reduzir a competitividade e atrasar projetos relevantes. Como a intermediação de crédito e financiamento fortalece o fluxo de caixa Uma empresa que atua como consultoria especializada e intermediária de soluções de crédito em comércio exterior consegue conectar o cliente às alternativas mais adequadas ao seu perfil e às características de cada operação. A partir do entendimento do ciclo financeiro, do volume de importações e exportações e do nível de risco da empresa, é possível desenhar uma combinação de soluções que dê fôlego ao caixa sem comprometer a sustentabilidade financeira. Essa intermediação não se limita a “apresentar opções”. Envolve traduzir a linguagem técnica das instituições financeiras, orientar sobre as condições de cada modalidade, apoiar na organização de documentos e estruturar a operação de forma que o crédito seja efetivamente um impulsionador do negócio, e não apenas uma fonte de endividamento. Crédito para importação: alinhando prazos financeiros aos prazos operacionais No caso específico da importação, uma das grandes demandas é alinhar o momento do desembolso com o prazo de recebimento das vendas. Modalidades de crédito para importação permitem que a empresa financie a compra de insumos, matérias-primas ou produtos acabados, adequando os prazos de pagamento ao ciclo de giro do estoque. Quando bem estruturado, esse tipo de crédito reduz a necessidade de utilizar capital próprio em grande volume para antecipar pagamentos a fornecedores externos, o que libera recursos para outras frentes estratégicas da empresa. Além disso, o planejamento financeiro adequado ajuda a reduzir a pressão por decisões apressadas em câmbio, logística ou negociação comercial. Financiamento em comércio exterior como alavanca para projetos e expansão Além de apoiar a rotina de importações e exportações, o financiamento em comércio exterior também pode ser usado para viabilizar projetos maiores, como a entrada em um novo mercado, a ampliação da capacidade produtiva voltada à exportação ou a diversificação de fornecedores internacionais. Ao contar com uma consultoria que conhece as particularidades do comércio exterior brasileiro, a empresa consegue avaliar qual combinação de prazos, garantias e estruturas faz mais sentido para cada projeto. Isso permite crescer de forma planejada, aumentando a participação no mercado internacional sem comprometer o equilíbrio financeiro. Gestão financeira internacional: integrando câmbio, prazos e riscos Inteligência financeira em comércio exterior não se resume a escolher linhas de crédito. Envolve enxergar o conjunto de decisões que impactam o resultado da operação, como a definição da moeda de pagamento, a negociação com fornecedores e clientes, a gestão de prazos, o acompanhamento de taxas de juros e a análise da exposição cambial. Com o suporte de especialistas, a empresa consegue desenhar políticas internas para compras externas, definir limites de risco e estabelecer rotinas de acompanhamento que trazem previsibilidade ao caixa. Essa visão integrada é essencial para empresas brasileiras que operam em mercados voláteis e precisam proteger margens sem perder competitividade. A importância de uma visão 360º: consultoria + soluções de crédito Quando consultoria em comércio exterior e intermediação de crédito caminham juntas, a empresa ganha uma visão 360º das operações internacionais. A estratégia não é pensada apenas do ponto de vista operacional ou apenas financeiro: ambos os lados são considerados desde o planejamento. Isso significa, por exemplo, analisar uma operação de importação já considerando o impacto no fluxo de caixa, a melhor forma de financiar essa compra, os riscos envolvidos e as oportunidades de otimização de custo total. Na prática, o comércio exterior deixa de ser uma área isolada e passa a ser integrado à estratégia global da empresa. Indicadores financeiros para acompanhar a performance em comércio exterior Para que diretoria e área financeira consigam avaliar se a estratégia de crédito e financiamento está funcionando, é fundamental acompanhar indicadores específicos. Entre os mais relevantes, estão: prazo médio de pagamento de importações, prazo médio de recebimento de exportações, nível de capital imobilizado em estoque importado, custo financeiro médio das operações de comércio exterior e impacto das operações internacionais na geração de caixa. Ao medir esses indicadores ao longo do tempo, a empresa consegue ajustar prazos, renegociar condições e revisar a combinação de soluções financeiras utilizadas. Isso contribui para uma gestão mais profissionalizada do comércio exterior, alinhada à visão da diretoria e aos objetivos de crescimento. Como saber se sua empresa está pronta para dar o próximo passo em inteligência financeira Algumas perguntas ajudam a identificar se é hora de aprofundar o uso estratégico de crédito e financiamento no comércio exterior da sua empresa: O capital de giro vive pressionado por causa das importações ou exportações? A empresa deixa de aproveitar oportunidades por falta de fôlego financeiro? A diretoria tem clareza sobre o custo financeiro e o retorno das operações internacionais? Existem projetos de expansão internacional que ainda não saíram do papel por falta de estrutura financeira adequada? Se as respostas apontam para desafios recorrentes, é um sinal de que buscar apoio especializado em consultoria e intermediação de soluções financeiras pode ser o próximo passo para ganhar competitividade no mercado global. Conclusão: crédito e financiamento como parte da estratégia, não como último recurso Empresas brasileiras que atuam em comércio exterior e tratam crédito e financiamento como parte central da estratégia financeira conseguem crescer com mais segurança, previsibilidade e competitividade. Ao integrar a visão de consultoria especializada com a intermediação inteligente de soluções de crédito, o comércio exterior deixa de ser apenas uma demanda operacional e passa a ser um motor de expansão para o negócio. 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