Situação dos Portos e Aeroportos (23/03/2020)

Columbia Trading • 23 de março de 2020

Portos / Terminais Santa Catarina

Portonave Navegantes

Operação normal – M.O. 100% na operação – Administrativo em Home

APM Itajaí

Sobre carga operacional – problemas de espaço para cargas de IMPO

Porto de Itapoá

Operação normal – – sem informação de demoras nos serviços – Administrativo em Home


Portos / Terminais São Paulo

BTP (Margem Direita)

Operação normal – M.O. 100% na operação – Administrativo em Home

Santos Brasil (Margem Esquerda)

M.O. terceirizada na operação – lentidão nos processos


Portos / Terminais Paraná

TCP Paranaguá

Operação normal – M.O. reduzida na operação – Administrativo em Home


Aeroportos

Guarulhos – GRU

Cancelamento da entrada de voos de passageiros oriundos de países com contaminação

Cargas via PAX restritas

Viracopos – VCP

Em operação – cargueiros


Cias Aéreas USA X BR

LATAM

Cargueiros em operação – sem regularidade de saída

Sem espaço via PAX

AVIANCA / TAMPA

Cargueiros em operação – sem regularidade de saída

Voos PAX suspensos de 26/03 a 30/04

ATLAS

Cargueiros com limitação de espaço – verificação somente sobre demanda

Previsão de nova disponibilidade de full capacity a partir de 25/03

AMERICAN AIRLINES

Sem operação

COPA

Aeroporto do Panamá fechado para voos PAX a partir de 22/03 – previsão de fechamento por 30 dias

TAP

Todos os gateways USA fechados com exceção de MIA


Cias Aéreas Europa X BR

LUFTHANSA

Voo PAX para América Latina suspensos até 27/03

Cargueiros para VCP em operação

MARTINAIR

Cargueiros em operação – sem regularidade de saída


CLIAS / AGs Santa Catarina

Multilog Itajaí

Operação normal no Clia

Capacidade em AG – sob demanda / negociação – espaço restrito

Multilog Joinvile

Operação normal no Clia

Capacidade em AG ok

AR TERMINAIS

Operação normal no AG

R2

Operação normal no AG



CLIAS / AGs São Paulo

Multilog Barueri

Operação normal no Clia

Embragem

Operação normal no Clia


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12 de agosto de 2026
O que é Supply Chain Finance and Performance? Supply Chain Finance and Performance (SCFP) é um conjunto de soluções financeiras que conecta compradores, fornecedores e instituições financeiras para otimizar o capital de giro ao longo da cadeia de suprimentos — sem que isso dependa exclusivamente de crédito bancário tradicional. Na prática, o Supply Chain Finance and Performance permite que uma empresa alongue prazos de pagamento, antecipe recebíveis de fornecedores ou financie estoque e importações de forma estruturada, reduzindo a pressão sobre o caixa em cada etapa da operação. Segundo o Bank of America, o Supply Chain Finance and Performance é, essencialmente, uma evolução dos métodos tradicionais de financiamento comercial — como as cartas de crédito, usadas há séculos — mas aplicada de forma mais integrada, digital e conectada à operação real da empresa. Por que esse tema ganhou tanta relevância O mercado de Supply Chain Finance and Performance não é um nicho pequeno. De acordo com o World Supply Chain Finance and Performance Report 2025 (Citigroup), o mercado global de SCFP atingiu US$ 2,65 trilhões em 2025, com os fundos em uso ultrapassando US$ 1 trilhão pela primeira vez na história. Ainda assim, há um dado que chama atenção: Segundo a McKinsey, quase 80% dos ativos elegíveis em cadeias de suprimento não se beneficiam de um financiamento de capital de giro mais eficiente — e o restante costuma ser financiado de forma pouco otimizada. Ou seja: a maioria das empresas está deixando dinheiro na mesa, simplesmente por não estruturar essa parte da operação. Como o Supply Chain Finance and Performance funciona na prática De forma simplificada, o SCFP atua em três frentes principais: 1. Otimização de prazos com fornecedores A empresa compradora consegue prazos mais longos para pagar, enquanto o fornecedor recebe antecipadamente através de uma instituição financeira — geralmente com taxas mais baixas do que uma linha de crédito comum, já que o risco está atrelado à nota fiscal aprovada, não ao fornecedor isoladamente. 2. Financiamento de importação e estoque Em vez de desembolsar caixa próprio para importar ou manter estoque estratégico, a empresa estrutura o financiamento de forma conectada ao ciclo real da operação — da compra internacional até a venda final. 3. Redução do custo de capital na cadeia Estudos indicam que programas de SCFP podem reduzir o custo de financiamento dos fornecedores em 25% a 30%, tornando a cadeia inteira mais eficiente — não apenas o comprador. Qual o impacto real no caixa da empresa? Empresas que estruturam bem o Supply Chain Finance and Performance conseguem: Liberar capital de giro sem reduzir estoque ou operação Sustentar crescimento sem depender apenas de crédito bancário tradicional Reduzir riscos cambiais e de prazo em operações de importação Melhorar a previsibilidade financeira de toda a cadeia Em outras palavras: o supply chain deixa de ser apenas uma fonte de custo operacional e passa a atuar como uma alavanca real de performance financeira. Supply Chain Finance and Performance é só para grandes empresas? Não necessariamente. Embora grandes corporações tenham sido as pioneiras na adoção de SCFP, o modelo tem se tornado cada vez mais acessível — especialmente através de parceiros especializados em comércio exterior e estruturação financeira, que conseguem desenhar soluções sob medida mesmo para operações de médio porte. Conclusão Supply Chain Finance and Performance não é apenas uma tendência financeira — é uma resposta direta a um problema real: capital imobilizado ao longo da cadeia de suprimentos, muitas vezes sem visibilidade clara para quem toma decisão. Empresas que entendem e aplicam esse conceito ganham uma vantagem competitiva silenciosa: crescem com mais previsibilidade, sem pressionar o caixa. Fontes: Bank of America — What Is Supply Chain Finance and Performance? Optimizing Working Capital Citigroup — World Supply Chain Finance and Performance Report 2025 McKinsey & Company — Supply-Chain Finance: A Case of Convergent Evolution?
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