COVID-19 – Alfandegas Brasileiras (26/03/2020)

Columbia Trading • 26 de março de 2020

                                                                                                           EADIS – REGIÃO SUDESTE


RFB – Liberações ocorrendo normalmente;


Mapa – Atendimento somente via sistema;


Recinto Alfandegado – Dentro da Normalidade, apenas redução de horário em sua maioria (08:00 às 18:00).


                                                                       AEROPORTO DE GUARULHOS – SÃO PAULO-SP




RFB – Atendimento somente via sistema, conferência física sem a presença do despachante;


MAPA E ANVISA – Atendimento somente via sistema;


Aeroporto – Operação Normal.


                                                                         AEROPORTO DE VIRACOPOS – CAMPINAS -SP


RFB – Atendimento somente via sistema,


MAPA E ANVISA – Atendimento somente via sistema.


Aeroporto – Operação Normal,


                                                                                                                PORTO DE SANTOS/SP


RFB – Alfândega com as portas fechadas, fiscais atendendo via Sistemas


Conferências Físicas sendo realizadas via Câmera ou por fotos;


MAPA – Sem atendimento presencial, PROTOCOLO APENAS DIGITAL.


As inspeções estão sendo realizadas normalmente, Madeira sem acompanhamento do despachante, LI com a presença do despachante;


TERMINAIS – Terminais operando normalmente


                                                                                                  PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ


RFB – Sem atendimento presencial;


MAPA- Sem atendimento presencial;


TERMINAIS – Operando Normalmente.




                                                                                PORTO DE RECIFE / SUAPE E AEROPORTO


RFB – Sem atendimento presencial;


MAPA- Sem atendimento presencial;


TERMINAL – Operando Normalmente


                                                               ITAJAI, NAVEGANTES, SÃO FRANCISCO DO SUL, SC




RFB – Liberações ocorrendo normalmente, mas sem atendimento presencial.


Mapa – Fiscais com mais de 60 anos (grupo de risco) foram dispensados, trabalho sendo realizado com número reduzido de fiscais,


prazo mínimo para conclusão da análise documental de 72 horas úteis.


Recinto Alfandegados – Funcionando normalmente, alguns terminais trabalhando com equipes reduzidas, muitos fazendo Home Office.


                                                                                                  PORTO DE PARANAGUÁ (TCP)


RFB – Atendimento apenas via Sistema. Conferências sendo realizadas sem acompanhamento do despachante.


MAPA – Sem atendimento pessoal, conferências sendo realizadas sem acompanhamento do despachante.


TERMINAL – Operando Normalmente com restrições de segurança apenas.


AGÊNCIAS: Expediente reduzido.


Foz do Iguaçu e Curitiba-PR


RFB – Liberações ocorrendo normalmente, mas sem atendimento presencial;


Mapa – Fiscais trabalhando com servidores reduzidos e sem atendimento presencial;


Recintos Alfandegados – Funcionando normalmente.


                                                                                                                       URUGUAIANA/RS


RFB – liberações ocorrendo, com horários reduzidos conforme abaixo e sem atendimento presencial;


a) O horário de liberação de todos os caminhões no Terminal Aduaneiro da BR-290 (Ponte Internacional) passará a ser: das 9h até as 15h de segunda a sábado e de 8h até 14h aos domingos.


b) O horário de liberação de caminhões de exportação no Porto Seco Rodoviário de Uruguaiana passará a ser: das 9h até as 14h de segunda a sábado.


Mapa – número reduzido de fiscais e sem atendimento aos sábados;


Multilog – ingresso normal de caminhões, mas com restrições de saída para


os veículos de exportação conforme elencado acima.


                                                                                                                           SÃO BORJA/RS


Ingressos no CUF (Importação/Exportação): Normal;


Liberações RFB: Normal, mas com horários reduzidos conforme abaixo.


O horário de liberação de caminhões de exportação no Centro Unificado de Fronteira – CUF de São Borja passará a ser: das 9h até 14h de segunda a sábado.


Atendimento RFB: Normal;


MAPA: Sem Atendimento Presencial, Regime de Escala e Fiscais do Grupo de Risco ausentes.


                                                                                                                          RIO GRANDE/RS


RFB – Fiscais trabalhando sob regime Home Office, tanto para Importação quanto Exportação, há um fiscal de plantão.


Atendimento presencial somente com agendamento e para casos pontuais.


Atendimento ao público: Das 9h às 15h.


pedem que seja evitada a presença na Repartição, mas não estão proibindo.


MAPA ANIMAL/VEGETAL – Protocolo via sistema e vistorias serão realizadas somente pelos fiscais, sem presença do despachante, por pelo menos 20 dias;


Há casos em que estão dispensando vistoria;


EMATER – Somente um profissional trabalhando. Ritmo desacelerado e impactando diretamente nas operações.


                                                                                                                BAGERGS CANOAS/RS


RFB – Efetivo reduzido, atendimento somente se solicitado pela fiscalização;


Mapa – Efetivo reduzido, com impacto direto nas operações. Há fiscais em casa por se enquadrarem no grupo de risco;


Bagergs – Liberações ocorrendo normalmente.


                                                                                    AEROPORTO SALGADO FILHO, POA/RS


RFB – Efetivo reduzido, atendimento somente em caso excepcional;


Mapa – Efetivo reduzido, com impacto direto nas operações.


Bagergs – Liberações ocorrendo normalmente.

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A resposta direta Supply Chain Finance and Performance (SCFP) costuma ser mais barato, mais rápido de acessar e menos impactante no balanço patrimonial do que o crédito tradicional, porque o risco da operação está atrelado à nota fiscal aprovada e ao comprador (geralmente com melhor rating), não à saúde financeira isolada do fornecedor ou tomador. Mas isso não significa que um substitui o outro. Eles resolvem problemas diferentes, e entender essa diferença é o que evita decisões financeiras equivocadas. As duas lógicas por trás de cada modelo Crédito tradicional Funciona com base na capacidade de pagamento e histórico de crédito de quem está tomando o empréstimo. O banco avalia o solicitante isoladamente, seu balanço, garantias, score, endividamento. Supply Chain Finance and Performance Funciona com base na transação real da cadeia. O risco não está na empresa isoladamente, mas na operação: uma nota fiscal aprovada por um comprador com bom rating de crédito. Isso muda tudo, inclusive o custo. Comparação direta
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O que é Supply Chain Finance and Performance? Supply Chain Finance and Performance (SCFP) é um conjunto de soluções financeiras que conecta compradores, fornecedores e instituições financeiras para otimizar o capital de giro ao longo da cadeia de suprimentos — sem que isso dependa exclusivamente de crédito bancário tradicional. Na prática, o Supply Chain Finance and Performance permite que uma empresa alongue prazos de pagamento, antecipe recebíveis de fornecedores ou financie estoque e importações de forma estruturada, reduzindo a pressão sobre o caixa em cada etapa da operação. Segundo o Bank of America, o Supply Chain Finance and Performance é, essencialmente, uma evolução dos métodos tradicionais de financiamento comercial — como as cartas de crédito, usadas há séculos — mas aplicada de forma mais integrada, digital e conectada à operação real da empresa. Por que esse tema ganhou tanta relevância O mercado de Supply Chain Finance and Performance não é um nicho pequeno. De acordo com o World Supply Chain Finance and Performance Report 2025 (Citigroup), o mercado global de SCFP atingiu US$ 2,65 trilhões em 2025, com os fundos em uso ultrapassando US$ 1 trilhão pela primeira vez na história. Ainda assim, há um dado que chama atenção: Segundo a McKinsey, quase 80% dos ativos elegíveis em cadeias de suprimento não se beneficiam de um financiamento de capital de giro mais eficiente — e o restante costuma ser financiado de forma pouco otimizada. Ou seja: a maioria das empresas está deixando dinheiro na mesa, simplesmente por não estruturar essa parte da operação. Como o Supply Chain Finance and Performance funciona na prática De forma simplificada, o SCFP atua em três frentes principais: 1. Otimização de prazos com fornecedores A empresa compradora consegue prazos mais longos para pagar, enquanto o fornecedor recebe antecipadamente através de uma instituição financeira — geralmente com taxas mais baixas do que uma linha de crédito comum, já que o risco está atrelado à nota fiscal aprovada, não ao fornecedor isoladamente. 2. Financiamento de importação e estoque Em vez de desembolsar caixa próprio para importar ou manter estoque estratégico, a empresa estrutura o financiamento de forma conectada ao ciclo real da operação — da compra internacional até a venda final. 3. Redução do custo de capital na cadeia Estudos indicam que programas de SCFP podem reduzir o custo de financiamento dos fornecedores em 25% a 30%, tornando a cadeia inteira mais eficiente — não apenas o comprador. Qual o impacto real no caixa da empresa? Empresas que estruturam bem o Supply Chain Finance and Performance conseguem: Liberar capital de giro sem reduzir estoque ou operação Sustentar crescimento sem depender apenas de crédito bancário tradicional Reduzir riscos cambiais e de prazo em operações de importação Melhorar a previsibilidade financeira de toda a cadeia Em outras palavras: o supply chain deixa de ser apenas uma fonte de custo operacional e passa a atuar como uma alavanca real de performance financeira. Supply Chain Finance and Performance é só para grandes empresas? Não necessariamente. Embora grandes corporações tenham sido as pioneiras na adoção de SCFP, o modelo tem se tornado cada vez mais acessível — especialmente através de parceiros especializados em comércio exterior e estruturação financeira, que conseguem desenhar soluções sob medida mesmo para operações de médio porte. Conclusão Supply Chain Finance and Performance não é apenas uma tendência financeira — é uma resposta direta a um problema real: capital imobilizado ao longo da cadeia de suprimentos, muitas vezes sem visibilidade clara para quem toma decisão. Empresas que entendem e aplicam esse conceito ganham uma vantagem competitiva silenciosa: crescem com mais previsibilidade, sem pressionar o caixa. Fontes: Bank of America — What Is Supply Chain Finance and Performance? Optimizing Working Capital Citigroup — World Supply Chain Finance and Performance Report 2025 McKinsey & Company — Supply-Chain Finance: A Case of Convergent Evolution?
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