Receita Federal Revoga Mais 93 Instruções que Perderam seus Objetivos

Columbia Trading • 16 de junho de 2020

A Receita Federal revogou 93 Instruções Normativas, publicadas entre 1974 e 2016, considerando o disposto no Decreto nº 10.139, de 28 de novembro de 2019. 


A medida faz parte do Projeto Consolidação, que busca adequar o estoque regulatório do órgão por meio da redução, consolidação e modernização das normas inferiores a decreto. 


Até agora já foram revogadas cerca de 400 instruções normativas relativas à legislação tributária que já haviam sido revogadas tacitamente ou cujos efeitos já haviam se exaurido no tempo. 


Além da revogação de normas que perderam seu objetivo, a próxima fase do projeto prevê a consolidação por área temática, de cerca de 460 normas, resultando em uma redução aproximada de 50% (cinquenta por cento) do estoque regulatório existente em 31 de dezembro de 2019. 


Durante o processo de revisão das normas relativas à fiscalização e à programação verificou-se que muitas delas já haviam perdido seu propósito, tinham se tornado obsoletas com os avanços tecnológicos ou já haviam sido consolidadas em outras normas. 


Um exemplo é a Instrução Normativa nº 10, de 1974, que dispunha sobre a colocação de selos de controle em embalagens de fósforos, prática que já caiu em desuso há décadas. 


A meta da Receita Federal é encerrar a consolidação de suas normas até junho de 2021, simplificando a legislação tributária e trazendo mais segurança jurídica para os contribuintes. 


Veja a matéria completa Aqui!

Gostou deste conteúdo? Compartilhe em suas redes!

16 de setembro de 2026
Descubra como diagnosticar oportunidades de Supply Chain Finance, identificar capital travado e melhorar o capital de giro da sua operação.
9 de setembro de 2026
Entenda por que um supply chain eficiente aumenta a previsibilidade, protege a margem e permite que empresas cresçam com mais controle e competitividade.
2 de setembro de 2026
A resposta direta Supply Chain Finance and Performance (SCFP) costuma ser mais barato, mais rápido de acessar e menos impactante no balanço patrimonial do que o crédito tradicional, porque o risco da operação está atrelado à nota fiscal aprovada e ao comprador (geralmente com melhor rating), não à saúde financeira isolada do fornecedor ou tomador. Mas isso não significa que um substitui o outro. Eles resolvem problemas diferentes, e entender essa diferença é o que evita decisões financeiras equivocadas. As duas lógicas por trás de cada modelo Crédito tradicional Funciona com base na capacidade de pagamento e histórico de crédito de quem está tomando o empréstimo. O banco avalia o solicitante isoladamente, seu balanço, garantias, score, endividamento. Supply Chain Finance and Performance Funciona com base na transação real da cadeia. O risco não está na empresa isoladamente, mas na operação: uma nota fiscal aprovada por um comprador com bom rating de crédito. Isso muda tudo, inclusive o custo. Comparação direta
Carregar Mais